Legalização das drogas e solução de problemas

No futuro as drogas serão totalmente legalizadas e controladas por governos. É um tanto fácil visualizar isso ao ver o que ocorre hoje.

Solucionariam parte do problema econômico mundial abrindo uma fonte de recursos que viria de impostos e ou comercialização e ainda resolveriam a patetice da tal Guerra Contra as Drogas, em maiúsculas para parecer nome de filme.

Ao mesmo tempo, nesse futuro hipotético, teríamos algo parecido com o Admirável Mundo Novo de Huxley numa certa variação de perspectiva.

A gente pode saber que será assim porque sabemos que a Liberdade individual sempre vence e com a liberdade aumenta a responsabilidade de cada um diante de suas escolhas e com tamanha responsabilidade tudo seria muito diferente e os mais preocupados com isso deveriam ser os governos do mundo.

E eles estão.

O objetivo e não o caminho

Parece que hoje as pessoas se concentram demais nos objetivos e esquecem do caminho que fazem para alcançar aquilo que querem ou acham que querem.

O interessante é que – pelo menos a sensação que temos ao observar – todos parecem possuir os mesmos objetivos nessa vida e sendo o mundo um espaço finito com recursos e coisas finitas é bem divertido perceber que só alguns conseguirão o que todos querem e que é basicamente o mesmo.

O que é eu também não sei, mas é só ler os jornais e ver os canais de TV para avaliar o que é mais digno de nota, pode variar um pouco ou é uma variação aparente, no final todo mundo quer o mesmo.

Só esquecem do caminho.

E isso dá muita confusão.

(Desde novembro não escrevo aqui nem em lugar algum, talvez desaprendi, evite me julgar, agradeço :P )

Retornando com Joseph Campbell para o bem das raízes

Essa é uma frase de Joseph Campbell que fala sobre como a vida é difícil, cheia de sofrimento e de tristeza, assim como também é repleta de ótimos momentos, felizes até, onde encontramos o nosso propósito, mesmo que seja num pequeno espaço de tempo, alguns até imperceptíveis naquele exato minuto, mas que depois ao relembrarmos percebemos como foi bom.

Essa frase de Campbell precisa ser entendida através de um conhecimento básico do budismo e de culturas indígenas (norte-americanas especialmente)

“O campo do tempo é o campo da tristeza. “Toda a vida é sofrida.” E é. Se você tentar corrigir as tristezas, tudo o que fazemos é transferi-los para outro lugar. A vida é sofrida. Como você vive com isso? Você percebe o eterno dentro de si mesmo. Você se desconecta, e ainda, reconecta. Você – e aqui está uma a bela fórmula – participa com contentamento nas e das tristezas do mundo. ‘Você joga o jogo. Dói, mas você sabe que você encontrou o lugar que transcende os danos e as conquistas. Você está lá, e é isso. ”

Joseph Campbell em Reflexões Sobre A Arte De Viver

For Little Mary, my sunshine

For Little Mary, my sunshine

I have two Marys in life. Is the first essential and fundamental importance, the other saved me the physical and spiritual life. The two Marys were together and separated.

 

O céu de repente anuviou
E o vento agitou as ondas do mar
E o que o temporal levou
Foi tudo que deu pra guardar
Só Deus sabe o quanto se labutou
Custou mas depois veio a bonança
E agora é hora de agradecer
Pois quando tudo se perdeu
E a sorte desapareceu
Abaixo de Deus só ficou você

Quando a gira girou, ninguém suportou
Só você ficou, não me abandonou
Quando o vento parou e a água baixou
Eu tive a certeza do seu amor

Quando tudo parece que estar perdido
É nessa hora que você vê
Quem é parceiro, quem é bom amigo
Quem tá contigo quem é de correr
A sua mão me tirou do abismo
O seu axé evitou o meu fim
Me ensinou o que é companheirismo
E também a gostar de quem gosta de mim

Quando a gira girou, ninguém suportou…

Na hora que a gente menos espera
No fim do túnel aparece uma luz
A luz de uma amizade sincera
Para ajudar carregar nossa cruz
Foi Deus quem pôs você no meu caminho
Na hora certa pra me socorrer
Eu não teria chegado sozinho
A lugar nenhum se não fosse você

Quando a gira girou, ninguém suportou…

ps: eternamente grato.

Revolução, violência e mudança por Joseph Campbell

“Revolução não tem nada a ver com esmagar ou destruir qualquer coisa, mas sim com trazer algo para fora. Se você gasta todo seu tempo pensando sobre o que está atacando, então você está ligado a isso de forma negativa. Você tem que transformar isso para encontrar qual entusiasmo e paixão te move e trazer isso pra fora.”

Joseph Campbell, (em Man and Myth Parte: “Personal Myth”)

Como temo que a tradução e o português estejam bem incorretos publico o original sob pena, claro, de vexame público

“Revolution doesn’t have to do with smashing something—it has to do with bringing forth something. If you spend all your time thinking about that which you are attacking, then you are simply bound to that in a negative sense. You have to turn in to find what the zeal is in yourself and bring that out.”

É eu sei, a tradução tá terrível, mas dá um desconto porque quero voltar a escrever depois de meses (ou anos?) parado…

O bom e velho resumo de livro ainda é feito nas escolas?

É uma pergunta mesmo porque na escola que conheço não existe mais aquele processo que eu vivenciei de ler um livro e fazer um resumo dele escrevendo sobre o que li. Era uma chatice mas me lembrei hoje que isso deve ter me ajudado a gostar de ler e de escrever. Não que eu escreva com uma gramática perfeita, sei que cometo erros na maioria dos textos e sinceramente não me importo tanto assim porque sei também da dificuldade que tenho em memorizar regras demais, é um tormento que me deixa confuso e quando acho que lembrei de uma regra tenho que pesquisar porque sempre confundo com outra, ou quase sempre.

Talvez as escolas hoje não usem mais essa metodologia por causa da internet e poderia até ser uma boa desculpa se não fosse só isso: uma desculpa.

Lembrei disso porque minha tá aqui fazendo um trabalho escolar bem tonto e pensei que ela poderia estar usando esse tempo para ler um livro e resumir por escrito.

O bolo da discórdia: racismo ou só falta de assunto?

O bolo da discórdia: racismo ou só falta de assunto?

Um simples bolo está causando reações de gente de todo lado, nele o artista sueco Makode Aj Linde faz uma “performance” onde seu corpo (o bolo) é cortado e comido pelas pessoas e sua cabeça fica numa posição estratégica dando a sensação que o bolo está vivo. Makode Aj Linde é sueco ou como ele se denomina afro-sueco e parece que ele tentou representar essa sua condição nessa peça montada e criado por ele.

O problema é quem tem quem gostou e quem ficou bastante ofendido com tudo isso. Dá pra ter uma ideia disso num artigo que é cheio de opiniões e que conta inclusive com a opinião do próprio artista:

É triste se as pessoas se sentiram ofendidas, mas considerando o baixo número de artistas na Suécia que se identificam como afro-sueco acho triste que a Associação Afro-sueco não ter entendido sobre o que é esse trabalho.

Agora nem sei se fecho os comentários ou só aviso que nem quero saber da opinião de ninguém sobre isso, parece que já tem opinião demais e quando a coisa fica assim ninguém se entende, entende?

Exercícios literários com temas aleatórios | Poder questionar é o que te faz livre