21 comentários em “Palestra Jill Bolte Taylor ou Os mistérios do nosso cérebro”

  1. Anny
    Encontrei vc no blog do Alessandro Martins. Quando cheguei aqui encontrei este post. Muito interessante. Gostei muito da explanação da doutora.
  2. Evandro
    Sim é muito boa a palestra dela! E também muito interessante a descrição dela sobre o problema que ela teve…
    Obrigado pela visita!
  3. Marcos A.T. Silva
    Caramba, Evandro, esse texto, essa palestra, esse relato, era tudo o que eu precisava nesta noite. :)

    Simplesmente sensacional. Obrigado por postar algo tão fantástico!

    Um grande abraço! :)

  4. Flávia
    Evandro, dei uma passada em casa e um conferida rápida nosmeus favoritos. Aí vi que vc acrescentou mais uma bobagem naquela nossa bobajada do conan o bibliotecário no blog do Alessandro!
    Aí vim aqui, onde já tinha estado um outro dia em silêncio. Gostei! Agora estou na corrida, mas depois eu volto para ver tudo com calma e ler esse artigo aqui que me interessou muito.
    bijo, flávia: ZZZZZZZZZZ….
  5. Galinha que bota o ovo precisa cantar : Parem o Mundo
    [...] assunto foi a palestra de Jill Bolte Taylor que publiquei no dia 20 de março desse [...]
  6. Mudança em um paradigma. Que tal uma explosão no paradigma? | Parem o Mundo
    [...] similar ocorreu com a neuroanatomista Jill Bolte Taylor. Ela sofreu um derrame cerebral e o que sentiu se parece muito com o que os astronautas [...]
  7. Romualdo
    Vi o vídeo sobre a palestra da Dra. Jill. Coincidemente, li dois livros de Eckhart Tolle (O POder do Agora e “Despertar de Uma Nova Consciência). Nas obras ele descreve a experiência pela qual passou, referindo a esse fenômeno ele fala que entrou num estado de CONSCIÊNCIA, acessou o AGORA que seria o estado de não-mente, não-pensamento. Ocorre, todavia, que agora vendo o vídeo da experiência da Dra. Taylor notei que a descrição do que ela sentiu quando sob a influência apenas do cérebro direito era a mesma coisa o quase a mesma coisa que sente a pessoa que acessa o agora, como na experiência relatada nos livros de Eckart Tolle.
    Queria sua opinião sobre essas duas experências.
    Um abraço
  8. Romualdo
    Muito grato pela atenção!
    Aproveito o ensejo para solicitar que me indique um bom livro sobre meditação. Não tenho experiência nessa área. Através dos livros de Eckhart Tolle é que passei a me interessar pelo assunto. Queria ler um livro bem prático, sem muitos dogmas, que pudesse me introduzir nessa prática.
    Um abraço!
  9. Lícia
    Boa Tarde !
    Muito obrigada por ter feito a tradução do vídeo da Dra. Jill !
    Queria dar uma dica ao Romualdo. O livro “Para começar a praticar meditação”, de Chistina Feldman,da Publifolha é muito bom e barato !
    Um abraço !
  10. A cientista que curou seu próprio cérebro. Resenha e promoção de um livro | Parem o Mundo
    [...] tão empolgado na época que traduzi uma palestra dela e minhas impressões sobre o que aconteceu estão naquele post. (Hoje já temos a palestra legendada que vou colocar no final desse [...]
  11. Mari
    Olá, boa noite.

    Acabei de assitir a Dra Jill Bolte no programa da Oprah e achei sensacional, fiz a pesquisa e achei esse site maravilhoso.
    Parabéns pela dedicação e pelo trabalho de tradução.
    Sou Enfermeira e como tal fiquei emocionada em ouvir o seu relato sobre essa categoria.
    Mas aí é outra história.

    abç

  12. mauricio
    Olá,

    apenas uma crítica ao relato desta doutora.

    ela diz mais ou menos assim: “Nossa, tive um AVC, que bom, que maravilha!”
    na minha família temos um caso, uma sobrinha de 17 anos teve um AVC no ano passado, ainda está em fase de recuperação e posso atestar que não é nenhuma maravilha esta situação.

    sei que ela quis dar sua visão de neurocientista, mas é necessário ter a sensibilidade de imaginar que este livro seria e será lido por familiares de “AVcezados”, a procura de um apoio ou informação importante.

    esta é a minha visão.

    grato

  13. Débora Murbach
    Caro Evandro
    Vou abordar o lado mais “estranho” da palesta da Dra Jill, e que a maioria das pessoas desconsidera: a percepção de energias pelo hemisfério direito do cérebro. Há mais de três anos meu filho mais velho (hoje com 30 anos) largou a Unicamp, a família, namorada, tudo tudo e foi para Kauai, Hawaii, unir-se ao Monastério Hindu e tornar-se um monge. Acredite ou não, a palestra da Dra Jill (que meu filho me enviou lá do Monastério!) foi a primeira coisa que conseguiu me esclarecer e fazer com que eu começasse a compreender o que é essa tal “MEDITAÇÃO” que os esotéricos, religiosos e afins tanto falam – mas não explicam, e por consequência começasse a entender a estranha opção de vida de meu filho. A euforia do sentimento de ser “uno” com toda a energia do universo, experimentado pela Dra Jill, é exatamente o que os monges descrevem como sendo o objetivo de seus exercícios de meditação. A sensação de “espalhar a paz” ou ser um condutor dessa paz, que vem da harmonia entre as energias do universo, deve ser realmente o que os místicos chamam de Nirvana.
    Em resumo, foi o que me permitiu compreender, dentro de minhas limitações, a opção por uma vida de celibato, pobreza, obediência e trabalho que meu filho fez ao tornar-se monge.
    Eu estive lá visitando-o em 2008 e encontrei-o extremamente feliz, produtivo e realizador, muito parecido com a alegria descrita pela Dra Jill por identificar-se, sem as fronteiras e barreiras físicas, com todo o seu entorno. Aliás, não só ele, mas stodos os 25 monges, extremamente bem-humorados, competentes e organizados em suas funções.
    Esse é o lado “não-médico” – mas nem por isso menos importante – da fantástica palestra da Dra Jill. Aliás, ela concedeu uma entrevista ao meu filho, que é hoje editor da revista “Hinduism Today”, publicada pelo Monastério Hindu de Kauai e distribuida pelo mundo todo, e que deverá ser publicada na edição de Março deste 2009.
    Para os curiosos, deixo o site http://www.himalayanacademy.com para consultas.
    Abraços,
    Débora
  14. Julia
    O maravilhoso do AVC não é o “desastre” momentâneo, no momento tudo que pensamos ou tentamos é que precisamos conseguir ajuda. O lado maravilhoso da experiência narrado pela Dra. Jill e pelo qual também pasei há 7 meses, é nossa incrivel capacidade de navegar na onda do hemisfério dominante no momento e fazer tudo o que precisamos a fim de nos tirar da enrrascada pregado pelo vida nesse momento.

    Moro só, no momento do estouro sentido na cabeça já fui perdendo a corrdenação do corpo e da fala, mesmo assim conseguia manter o minimo de lucidez e planejar tudo que deveria fazer, estava sozinha. a porta do apartamento trancada. Pensei, preciso abrir a porta e nesse momento estava no quarto, tentei chegar a porta mas perdi os sentidos antes, retomei a consciência e percebi o lado direito do corpo paralizado, mesmo assim tinha lucidez.
    Testei o lado esquerdo, tinha firmeza. Então deitei no chão e me arraestei até a porta, com esforço consegui levantar um pouco esse lado do corpo e abrir a porta, continuei deitada no Roll de entrada pois era dificil me mover, pensei em me aarastar até o elevador mas faltava força suficiente. Então com a pouca força que conseguia manter, comecei a chamar por socorro, demorou um pouco mas o vizinho do andar debaixo ouviu e saiu a procura de onde vinha o pedido.

    Bem, depois de umas três horas estava no hspital sendo cuidada. Minha recuperação está sendo rapida, a exemplo da Dra. Jill passei utilizar todos os recursos que conheço e pesquiso para exercitar o cérebro, ele responde muito rápido. Já tiha passado por outra experiência, há mais ou menos 8 anos precisei fazer uma cirurgia no cérebro direito para resolver outro problema.
    A parir dai comecei a pesquisar e estudar tudo que posso sobre cérebros, pratico meditação o que me ajuda muito nesse momentos a me manter centrada, e manter o autocontrole. Não fiz curso nenhum, aprendi a meditar seguindo as orientaçãoes de um médico que trbalha com pacientes de Alzehimer, publicou uma obra muito interessante e completa pra quem deseja manter boa saude cerebral e otimizar seu desempenha, seguindo os exercícios propostos comecei a meditar diariamente. Entrar na luz é o que há de melhor depois de passar tantas experiências desgastantes, é se o que Nós Somos, integarmo-nos ao todo, lembrar de nós mesmos e o que somos.

    Paz

  15. Elio
    Muito obrigado pelo seu esforço para doar este testemunho de quem pode fazer um relato tão racional do que ocorre no “nosso cérebro.A mim muito acrescentou pois venho engatinhando na tentativa de compreender o que ocorre neste orgão pela passei por uma cirurgia no lobo temporal esquerdo e com isso tendo dificuldade no processamento dd informação.ø que acrescento me ter assistido o Vídeo?A sensação de menos culpa,num universo imperado pelo preconceito,ou pelo hemisfério esquerdo,como queira.Paz a todos ,meus irmãos!
  16. Anatomia de um derrame « Vida em Atividade
    [...] tempo: é possível acessar neste endereço o vídeo legendado e a transcrição da palestra, em [...]

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