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Profanity Positively Forbidden — Shut Up or Get OUT

Resenha do Livro 11 Anos no Alasca e uma Promoção!

Esse mês de agosto está sendo estranho demais. Ao mesmo tempo em que coisas muito boas aconteceram alguns fantasmas andaram me assombrando. (Estou escrevendo esse post desde as 9 da manhã, vou e volto)

Ontem, segunda-feira, pude ler “11 Anos no Alasca” depois de 3 tentativas. Nada contra o livro, o problema era comigo mesmo porque não conseguia me concentrar, aliás eu deveria ter lido antes, teria me ajudado…

O livro me mostrou o que é viver com Simplicidade e feliz ao mesmo tempo. É disso que precisamos, é com isso que temos que nos encher para vivermos de forma mais leve e com menos conflitos.

Simples no sentido de integração, compreensão e união.

E tudo isso sem medo algum de ser passado para trás, utópico não é? (Prefiro o utópico…)

Eu também pensava até terminar a leitura que mostra o dia-a-dia de um belo lugar chamado Barrow que fica no extremo norte do Alasca, extremo mesmo!(veja nesse link um mapa)

Foi nessa cidade que Luciana Whitaker passou 11 anos de sua vida, vivendo com esquimós, fotografando e escrevendo.

Dos esquimós eu só sabia alguma coisa através de documentários na televisão, a impressão que eu tinha assistindo era de que eles me lembravam os índios americanos cuja sabedoria e modo de vida sempre me chamaram a atenção e pude confirmar isso.

A sabedoria dos esquimós é muito parecida com a dos índios americanos e parece ser algo que cresce da experiência de vida e do respeito à natureza. Nosso modo de pensar (ou viver) ocidental não compreende direito isso e talvez essas tradições neles permaneçam tão fortes porque são passadas oralmente de geração para geração e pelo ambiente em que vivem.

Vou dar um exemplo do livro em um capítulo com o nome “Compartilhar”:

Hoje em dia as pessoas estão trabalhando nesse valor tão importante, falando de como vivemos, de como trabalhamos ou compartilhamos a comida com quem tem necessidade. As pessoas que repartem o que têm parecem ter mais do que as pessoas que não compartilham. Compartilhar é fundamental para as nossas vidas. Quem é incapaz de compartilhar acaba empobrecendo de alguma forma. Como povo Iñupiaq,  nós precisamos compartilhar em nossa vida, seja através do trabalho ou na liderança em nossas vilas. Não se esqueça de compartilhar para ter sua vida preenchida. (Isaac Atkootchook, líder na formação do governo Iñupiaq North Slope Borough)

É uma tradição milenar tão forte que parece fazer parte do sangue desse povo e isso acontece porque se eles não se ajudarem morrem todos, é simples!

Para retirar uma baleia bowhead da água é preciso de 50 homens e se só 20 estiverem bem alimentados e fortes a baleia não sai da água e todos morrem de fome, é uma questão de sobrevivência.

Aqui, no nosso mundo ocidental naturalmente egoísta temos a sensação de que podemos viver sozinhos, que não dependemos uns dos outros e em parte é verdade porque para sobrevivermos mais um dia é só ter alguns trocados e comprar algo na padaria mais próxima para comer.

É até mais fácil esse nosso modo de vida, só que um pouco vazio e sem sentido.

Nós ocidentais vamos ter que tirar o que da água juntos para mudarmos um pouco nossa forma de pensar?

Tanik nalaiñ

(Só estou em dúvida se a ordem das palavras é essa mesmo, embora não importe muito, o significado importa)

O Livro:

11 Anos no Alasca é o livro da fotógrafa Luciana Whitaker que escreve bem demais! Além das belas fotos do Alasca o livro foi escrito em uma forma que lembra o diário de um explorador que anota todos os detalhes observados durante sua viagem e olha que foi uma viagem longa, porque o que era só um passeio turístico se transformou em 11 anos de uma vida que você pode compartilhar na leitura e sentir através das fotos.

Naatchirunga! :)

A promoção funciona assim, o primeiro que deixar nos comentários a tradução de Tanik nalaiñ leva um exemplar do livro que estou guardando com todo cuidado. Até pensei em dar uma dica com um link, mas ficaria fácil demais.

A palavra nalaiñ significa “comporte-se”. É só procurar uma palavra, fácil demais ganhar esse livro! :)

A única dica é que essa língua se chama “Iñupiaq”

Se ninguém conseguir eu libero o link, então o mais rápido vence :)

Gostou do wallpaper? Você pode baixar o seu aqui

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26.ago.08 Livros/eBooks Comentários (6)

Alguém aí quer apostar?

Bloqueio mental é um negócio bem sério, faz umas 7 horas que estou escrevendo uma resenha, é tempo demais para um texto que costumo escrever em minutos.

Então para passar o tempo eu navego um pouco…

E me deparo com essa notícia incrível, o que só aumenta o bloqueio :)

Xuxa disputa ibope com menina Maisa neste sábado

Imperdível!

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26.ago.08 Série Tá e daí? Comentários (4)

Um esporte que falta nas Olimpíadas

Certo, o negócio aqui é pular sobre touros e que é coisa de maluco não temos dúvida. Fiquei pensando se fosse uma modalidade olímpica.

O sujeito que ganha o ouro seria o que fez tudo certinho e tal, a prata sairia para um salto não tão perfeito assim, mas e os outros, hein?

Quer dizer, para ser desclassificado ou levar um bronze o touro teria que trucidar o cara? :)

link do vídeo aqui

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22.ago.08 Inutilidades Comentários (2)

Esse é o tipo de lugar que não entro

Tenho que confessar, morro de medo de cachorros e eles sabem disso. Acho que eles devem sentir alguma mudança nas configurações das minhas células, aumento do batimento cardíaco e outros sintomas constrangedores.

Procuro ficar longe deles enquanto me olham com aquele olhar de desconfiança, não gosto quando me olham assim.

Agora, se essa não é a placa de aviso de cães mais assustadora do planeta não sei o que é!

Cachorro bravo já sabemos o que esperar, mas o que esperar de um “Cachorro Estranho“?

imagem via

Momento lúdico do jabá:

Livro: O Encantador de Cães

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21.ago.08 Curioso! Comentários (5)

Por favor, aprendam a fazer telemarketing não fazendo

O título está estranho só que é isso mesmo, não façam telemarketing!

Melhor ainda, se for para fazer comprem algum software ou algo que valha e anotem o que o ser humano do outro lado da telefone lhe disse:

“Olha, você só encontra ela no horário de almoço, meio dia, tá bom?”

E então você acessa o software e insere em algum campo, horário de retorno: 12 horas. Pronto!

Eu explico. Todos os dias alguém que se diz da Editora Abril liga na minha casa e pergunta da minha mulher. Eles ligam sempre entre 9 e 10 da manhã, e eu sempre falo a frase acima.

O tolinho aqui sempre pensando que eles anotaram, que nada, isso já dura mais de 1 mês e continuam ligando entre 9 e 10 da manhã e também às 15 horas de um telefone da capital.

Não sei sobre o que é, nunca perguntei para evitar chateação, só sei que está ficando caro demais para a empresa, 2 telefonemas diários para o interior de São Paulo durante 40 dias não deve ficar barato.

Que tal enviarem uma carta, hein!? É menos invasivo, mais simpático e barato.

Os seus clientes potenciais agradecem e aposto que vão lembrar do nome da sua empresa com um pouco mais de carinho :)

Talvez o título desse post ficaria melhor assim:

Relationship Marketing: it´s not rocket science

Old phone
Creative Commons License photo credit: Ian B-M

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20.ago.08 Que saco! Comentários (7)