Não sou o mais indicado para falar sobre esse assunto mas encontrei o vídeo e vou publicar.
Sempre me empolgo com esses vídeos que mostram as mudanças radicais que estamos vendo em comunicação.
E um press release interessante na mão de um bom blogueiro, bloguista ou escritor (como queiram) com liberdade para fazer o que quiser pode se tornar uma forma muito mais interessante de comunicar uma idéia ou produto.
Gostei demais do vídeo e é tão bem feito que mesmo aqueles que possam ter alguma dificuldade com a língua vão entender, se estão acostumados com blogs.
A coisa toda é tão séria que Henry Paulson por exemplo, segundo escutei por aí na semana passada, se ajoelhou (mesmo!) e pediu para aprovarem o pacote antes que o país afunde.
Isso sim é o fim do mundo! E todo mundo com medo do LHC, que quebrou e só volta no ano que vem… :)
A história de Jill Bolte Taylor já passou por aqui. Fiquei tão empolgado na época que traduzi uma palestra dela e minhas impressões sobre o que aconteceu estão naquele post. (Hoje já temos a palestra legendada que vou colocar no final desse texto.)
Com o livro foi um pouco diferente, a descrição do que ocorreu é mais lenta e detalhada, lenta demais em certos momentos. Mesmo assim é uma história que me causa muita curiosidade e vontade de aprender ainda mais sobre o cérebro, ou que os cientistas façam isso rápido.
O duro dos detalhes é que para alguém como eu, com 37 anos, sedentário, fumante e levemente hipocondríaco, ler um livro que uma neuroanatomista descreve detalhadamente todo tido de sintoma de um derrame é quase um sofrimento, nem preciso dizer que senti ou achei estar sentido 90% deles :)
Como se não bastasse o fato de um iPhone ter um preço bem salgado aqui no Brasil e de meus escorpiões no bolso ficarem irritados quando penso em comprar um, ainda tenho que ver esses aplicativos que me deixam paranóico só de olhar o vídeo.
Ter um medidor de pressão em casa é bom porque quem tem a pressão alta pode se prevenir. Só que isso tem um custo, o sujeito pode ficar neurótico e usar o aparelho a cada 20 minutos.
Pensando nisso é que me convenci a não ter um iPhone, imagina eu poder monitorar meus batimentos cardíacos durante o dia todo?
Não, obrigado…
Meu aparelho de pressão já me deixa angustiado o bastante.