9 comentários em “A cientista que curou seu próprio cérebro. Resenha e promoção de um livro”

  1. Peterson Espaçoporto
    Hummm vou pensar numa história…

    Sobre o pensamento positivo, acho que o único problema é justamente essa relação escabrosa que fazem com o metafísico. É aquela coisa: se eu penso que algo não vai dar certo, não vou nem tentar fazer – logo, é ÓBVIO que o pensamento positivo é necessário pra que alguma coisa dê certo.

    Mas é algo bem diferente de dizer que o fato de você ter pensando positivamente faz com que alguém, sei lá, ganhe uma vaga de emprego ou mesmo se cure de uma doença ;)

    Ah, e uma coisa engraçada; muita gente fala desses “momentos” super legais com a música clássica e nunca ouvi ninguém falando de músicas não-clássicas. Não vou dizer que isso é um pré-conceito, até porque nunca ouvi alguém dizer que não é possível alcançar isso com outras músicas – mas eu alcanço, you see. Tem uma música de uma banda chamada The Stills, que tem uma parte de distorção de guitarra que deve durar só uns 10, 15 segundos. Mas, oh goddess, oh godddess… QUE 15 segundos!!!!!!

    Eu não sei explicar, mas eu adoro o que sinto naquela parte da música =} Não só naquela, tem outra também do The Killers chamada Tranquilize que também me traz umas sensações incríveis…

    Quer dizer, isso porque não quis citar Pink Floyd, Beatles, etc ^^

  2. Marcos A.T. Silva
    Cara, parabéns pela resenha. Ficou ótima! :)

    Esse lance da música, particularmente, é curioso. Costumo viajar ao som de Mozart (pode parecer estranho, mas o Requiem me leva, literalmente, a um certo dipo de “orgasmo musical”), bem como ouvindo a nona, de Beethoven.

    No outro extremo, quem já ouviu The End e When the music’s over, do The Doors, sabe do que estou falando. Principalmente “The End”, e aquela mescla de sons psicodélicos que te faz, literalmente, viajar.

    Música é algo fantástico.

    Abraços!

  3. Thera Fajyn
    Muito legal essa coisa dela não desistir e talz. Acho que eu não conseguiria, peno com o meu probleminha psiquiátrico, fico depre e essas coisas feia todas…
  4. Waldir Castanho Filho
    Olha cara, eu conheço todos estes estados depressivos, angústia, nervosismo, insõnia, irritação extrema e essas coisas, afinal já fui adolescente e esse cardápio faz parte da vida do adolescente.
    Posso garantir que droga não adianta, para quem tem estes incõmodos leves só vai piorar ou te transformar num vegetal. Religião também é uma furada – você vai ficar feito um zumbi se esforçando para acompanhar o rebanho e só, por dentro continua a mesma coisa que sempre esteve.
    Religião não é uma fonte de informação confiável sobre as coisas – a ciência é.
    O bom mesmo é exercício e uma vida realmente saudável.
    Levando uma vida saudável você não vai ter nenhum susto fora do comum com a saúde, e fazendo exercício físico não vai precisar de alcool, drogas nem nada e sempre vai estar up.
    A sensação boa que acompanha uma hora de caminhada, por exemplo, substitui qualquer droga, eu garanto para você, que isto é o melhor.
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