Estatuto da Igualdade Racial. Brasileiros sejam bem vindos ao 1º mundo!
Companheiros, o país precisa crescer ainda mais. Rumo ao primeiro mundo é nossa missão, reparar os estragos causados com a escravidão é necessário e “esse crime não será pago nem com esse estatuto” (fonte)
Belas palavras não?
Aprovem o Estatuto e joguem o Brasil no mesmo lixo de ódio racial que ocorre nos EUA, Europa e Oriente Médio. Era isso que nos faltava, ódio racial! Divisão de pessoas pela cor da pele, divisão de raças.
Poxa! Eu tenho amigos negros, e agora? Vou ficar com raiva deles por conseguir mais do que eu? (na verdade não vou ficar com raiva de ninguém :p )
Parabéns Brasil, parabéns nobre deputado do PT de olho nas próximas eleições, parabéns!
Sugestão:
Que tal criarmos cotas ou estatutos para os POBRES independente da cor da pele? Que tal hein?
Isso sim é justiça, igualdade social e coisa de primeiro mundo!
(lembrem-se dos resultados do affirmative action no EUA, lembrem-se disso, chorar e reclamar depois da m&rda feita não adianta)
(atualizado: leia aqui os principais pontos do estatuto)

photo credit: blakeemrys
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Com o fomento do racismo; muitos ganham.
Como sempre; só quem perde é o povo pobre e mestiço de nosso país. Negar o fato de que somos uma nação mestiça (e náo uma nação de brancos e negros) é o supremo preconceito.
Um abraço.
Arthurius Maximus último post..O RACISMO, OS NEGROS, OS BRANCOS E OS ESPERTOS.
Depois do seu comentário fiquei pensando o que diria Darcy Ribeiro sobre esse estatuto, o homem que escreveu essas palavras no trecho abaixo se deixaria influenciar por sua ideologia? Talvez não.
“Isso significa que, apesar de tudo, somos uma província da civilização ocidental. Uma nova Roma, uma matriz ativa de civilização neolatina. Melhor que as outras, porque lavada em sangue negro e sangue índio, cujo papel, doravante, menos que absorver europeidades, será ensinar o mundo a viver mais alegre e mais feliz” Darcy Ribeiro em O Povo Brasileiro
Parece então que o autor e outros comentaristas acham que o desprezo de brancos por negros no Brasil é perfeitamente aceitável, mas a instituição das cotas promoverá o ódio racial. O ódio racial sempre existiu no Brasil na forma de desprezo de brancos por negros. Lembrem-se que as nossas elites econômicas, políticas e intelectuais mantiveram-se racialmente homogêneas durante os últimos 500 anos. Elas recorrem ao mito da miscigenação apenas para combater políticas que eliminam os privilégios sociais de um grupo racial no qual não existe miscegenação racial. Seria um boa idéia ler um pouco sobre a realidade social do país antes de expressar opiniões baseada em um senso comum que tem por função justificar os privilégios dos brancos. Leiam Racismo à brasileira de Edward Telles e Discriminação e desigualdade racial no Brasil de Carlos Hasenbalg.
Racismo, discriminação, preconceito que é tudo a mesma coisa com nomes diferentes é um tipo de situação E QUE NÃO É ACEITÁVEL (não sei onde você leu “aceitável” no meu texto)
Já o ódio é bem diferente, quando existe ódio nem existe convivência, não existe aceitação e o pior, começam a surgir grupos que pregam e incentivam esse ódio.
Se a situação no Brasil já uma grande porcaria com esse preconceito rasteiro que temos atualmente em que pessoas negras ganham menos que brancas, imagine isso tudo com o ódio junto, imagine nós brasileiros começando a nos separar por grupos?
Essa é a minha preocupação Renato, aumentar o problema ao invés de melhorar…
Espero SINCERAMENTE que o Brasil possa evoluir e mostrar ao mundo um país que convive com todos os tipos de pessoas, negros, brancos, orientais e o que seja.
pelo homem, quer seja por sexo, raça, cor, etnia, procedência,
origem, religião, idade, classe social ou deficiência física, continua.
O Movimento Solidariedade visa a integração, a unidade de todos
os seres humanos, com respeito total à natureza.
Entendemos, também, que essa integração passará por mudanças
na espiritualidade do ser humano. Acreditamos que mudanças numa
visão solidária, fraterna e igualitária da sociedade dar-se-ão pelas transformações
do homem no campo espiritual.
Somente quando o homem puder olhar para dentro de si e perceber
que não há resquícios de ódio, de orgulho, de egoísmo, quando o
homem olhar para o seu irmão com total transparência e dignidade,
vendo-o como um indivíduo em igualdade de condições, começará
então um profundo processo de transformação na sociedade.
Os velhos preconceitos ficarão para trás e o limiar de uma nova era
surgirá.
Ao falarmos desse assunto, pretendemos valorizar a iniciativa daqueles
que colaboraram e colaborarão para que o Estatuto pela Igualdade
Racial se torne uma realidade, depois do debate que o aperfeiçoará.
Louvamos esta iniciativa como fizemos anteriormente com o Estatuto
da Criança e do Adolescente, do Índio e do Idoso.
A redação ora divulgada visa o debate e demonstra a ousadia do
movimento que tem a firme decisão de construir políticas de combate
ao preconceito e discriminações.
Pela importância e urgência do assunto em discussão, gostaríamos
de deixar registrado o nosso total apoio à proposta ora apresentada.
Obrigado pelo comentário Camilla