3 comentários em “Michelangelo só no nome – As tristezas da arte contemporânea”

  1. Henrique Artur Wint
    Eu vou começar a ganhar dinheiro com essas ‘intervenções’ como diz um colega meu.
  2. rev. Beraldo
    Isso já tá enchendo o saco, não? Digo, quando o Duchamp levou o mictório pro museu, até eu aplaudi (ainda que uns anos depois). Ao meu ver, aquilo foi uma puta duma zoação: “o que vocês deixarem eu enfiar num museu, vira arte”.

    É assim, na realidade: você diz que é arte, então é arte. Está num museu? É arte!

    E ninguém nunca conseguiu definir o que é arte. Nem vão conseguir, pois sempre tem o Princípio da Incerteza de Heisenberg (vulgo ou não) agindo.
    rev. Beraldo´s last blog ..Até Mais e Obrigado Pelos Peixes, GeoCities! My ComLuv Profile

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