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	<title>Comentários sobre: Galinha que bota o ovo precisa cantar</title>
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	<description>Exercícios literários com temas aleatórios &#124; Poder questionar é o que te faz livre</description>
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		<title>Por: Toninho Moura</title>
		<link>http://paremomundo.com/galinha-que-bota-o-ovo-precisa-cantar/#comment-702</link>
		<dc:creator>Toninho Moura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 11:23:04 +0000</pubDate>
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		<description>Nirvana, só no iPod!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nirvana, só no iPod!</p>
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		<title>Por: Carlos Magno</title>
		<link>http://paremomundo.com/galinha-que-bota-o-ovo-precisa-cantar/#comment-691</link>
		<dc:creator>Carlos Magno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 20:10:43 +0000</pubDate>
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		<description>Evandro:

Se ela não alucinou pode não demorar. A raça cética, dita científica, não vai deixar por menos, vai se encarregar.

Ou então, para não pirar ela sai de mansinho mais ou menos assim: &quot;Well, then I take my body off. Good bye!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Evandro:</p>
<p>Se ela não alucinou pode não demorar. A raça cética, dita científica, não vai deixar por menos, vai se encarregar.</p>
<p>Ou então, para não pirar ela sai de mansinho mais ou menos assim: &#8220;Well, then I take my body off. Good bye!&#8221;</p>
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		<title>Por: Evandro Cesar</title>
		<link>http://paremomundo.com/galinha-que-bota-o-ovo-precisa-cantar/#comment-690</link>
		<dc:creator>Evandro Cesar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 19:57:32 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos: a questão da autopromoção foi mais uma brincadeira interna, dentro de mim hehehehe
Quanto a Jill Bolte me intrigou muito a forma como ela descreveu sua sensações, muito parecidos com o que já pude ler em vários livros. O que mais me intrigou de fato foi ter vindo de uma neurocientista isso. Se ela descobriu algo não sei, porque precisa de mais investigação.
Mesmo porque é bem fácil destruir tudo que ela disse, é só dizer algo assim: &quot;Essa mulher alucinou pelo simples fato de que ela teve um AVC oras!&quot; Fácil né? Mas como eu disse no início que era dedicado para uma amiga, que como eu nunca se cansa de perguntar: E se ela não alucionou? ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos: a questão da autopromoção foi mais uma brincadeira interna, dentro de mim hehehehe<br />
Quanto a Jill Bolte me intrigou muito a forma como ela descreveu sua sensações, muito parecidos com o que já pude ler em vários livros. O que mais me intrigou de fato foi ter vindo de uma neurocientista isso. Se ela descobriu algo não sei, porque precisa de mais investigação.<br />
Mesmo porque é bem fácil destruir tudo que ela disse, é só dizer algo assim: &#8220;Essa mulher alucinou pelo simples fato de que ela teve um AVC oras!&#8221; Fácil né? Mas como eu disse no início que era dedicado para uma amiga, que como eu nunca se cansa de perguntar: E se ela não alucionou? ;)</p>
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		<title>Por: Carlos Magno</title>
		<link>http://paremomundo.com/galinha-que-bota-o-ovo-precisa-cantar/#comment-689</link>
		<dc:creator>Carlos Magno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 19:20:19 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Evandro,

Interessantíssimo o artigo que você pesquisou.

Mas como habitante do terceiro mundo e descendente de Jeca Tatu, gostaria de dizer que humildemente discordo da proporção nirvânica apregoada pela conceituada (era conceituada mesmo?) pesquisadora de primeiro mundo. E talvez, por não saber da  condição espiritual vivenciada nesse instante, ela tenha escrito nirvana entre aspas, ou o redator tenha feito.

A minha colocação é simples; Se bastasse romper um vaso detrás do olho para alcançar as regiões profundíssimas e indescritíveis do nirvana, por que Buda teria despendido uma vida inteira de sacrifícios e meditação para tal objetivo? E os budista de antanho e os hodiernos, por que se enclausurariam em seus mosteiros para meditar anos a fio a fim de seguir o caminho experimentado por Buda, e poucos conseguem?

E se fosse assim como a dra Taylor diz, não teria sido a ciência que encontraria a pedra angular do budismo ou o caminho das pedras há 2500 anos procurado pelos budistas, mas simplesmente o acaso a teria visitado porque tem olhos.

Acredito, sim, ela ter despertado uma faculdade espiritual que a possibilite soltar-se e visualizar de dentro para fora, como esotéricos e certos médiuns são capazes. E uma vez a alma parcialmente liberta do corpo, a sensação de unidade e a euforia espiritual simplesmente acontecem com muitos. Nada mais do que isso. Aliás, conheci pessoas com essa mesma capacidade de sair, voltar e enxergar seu corpo biológico por dentro, e muitas outras coisas, sem ter sequer ousado imaginar um estado nirvânico. Mas como ela é cientista, isso foi ótimo para o ceticismo científico explicar a co-existência corpo, alma e mente, e a mente ter uma visão quadridimensional do corpo biolõgico!

Esse tema, prezado Evandro, é ótimo para muitas discussões teológicas, esotéricas, espíritas, agnósticas, céticas etc. Mas não creio que isso seja o suficiente para uma tentativa de autopromoção, mesmo por que ao meu juízo você não busca por isso.

Abs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Evandro,</p>
<p>Interessantíssimo o artigo que você pesquisou.</p>
<p>Mas como habitante do terceiro mundo e descendente de Jeca Tatu, gostaria de dizer que humildemente discordo da proporção nirvânica apregoada pela conceituada (era conceituada mesmo?) pesquisadora de primeiro mundo. E talvez, por não saber da  condição espiritual vivenciada nesse instante, ela tenha escrito nirvana entre aspas, ou o redator tenha feito.</p>
<p>A minha colocação é simples; Se bastasse romper um vaso detrás do olho para alcançar as regiões profundíssimas e indescritíveis do nirvana, por que Buda teria despendido uma vida inteira de sacrifícios e meditação para tal objetivo? E os budista de antanho e os hodiernos, por que se enclausurariam em seus mosteiros para meditar anos a fio a fim de seguir o caminho experimentado por Buda, e poucos conseguem?</p>
<p>E se fosse assim como a dra Taylor diz, não teria sido a ciência que encontraria a pedra angular do budismo ou o caminho das pedras há 2500 anos procurado pelos budistas, mas simplesmente o acaso a teria visitado porque tem olhos.</p>
<p>Acredito, sim, ela ter despertado uma faculdade espiritual que a possibilite soltar-se e visualizar de dentro para fora, como esotéricos e certos médiuns são capazes. E uma vez a alma parcialmente liberta do corpo, a sensação de unidade e a euforia espiritual simplesmente acontecem com muitos. Nada mais do que isso. Aliás, conheci pessoas com essa mesma capacidade de sair, voltar e enxergar seu corpo biológico por dentro, e muitas outras coisas, sem ter sequer ousado imaginar um estado nirvânico. Mas como ela é cientista, isso foi ótimo para o ceticismo científico explicar a co-existência corpo, alma e mente, e a mente ter uma visão quadridimensional do corpo biolõgico!</p>
<p>Esse tema, prezado Evandro, é ótimo para muitas discussões teológicas, esotéricas, espíritas, agnósticas, céticas etc. Mas não creio que isso seja o suficiente para uma tentativa de autopromoção, mesmo por que ao meu juízo você não busca por isso.</p>
<p>Abs.</p>
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