Em caso de revolução:

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Quando o experimento de Schrödinger dá errado

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A foto no Facebook e a realidade

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Acontece

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Carro grande e bem caro

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Procurando paz (Verdade isso…)

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Esse eu quero!

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Por favor, enviem comentários que mando o endereço. Ou será que monto uma Vakinha?

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Lendo um livro do Dan Brown e aprendendo como escrever

Sempre que lemos um livro novo aprendemos sobre como escrever melhor, só lendo conseguimos também tentar entender essa língua que usamos que é cheia de detalhes.

E se você que está lendo isso tem o costume de escrever sabe que se a gente lê demais um autor começa a ficar com uma certa influência dele, de como ele escreve e usa nossa língua ao colocar suas idéias em palavras. Não sei se pegamos o ritmo e estilo, o que sei é que isso não quer dizer que poderemos escrever como o escritor em questão.

Numa época andei lendo tanto Mario Quintana que até me arrisquei num daqueles Haikai que ele escrevia e claro que os meus eram um lixo perfeito, mas pelo menos tentava. Só não erra quem nunca tenta nada, certo?

Pois bem, e o Dan Brown, o que ele e seu livro (é incrível, mas sempre esqueço o nome do livro, vou olhar…) Ponto de Impacto (achei!) tem para ensinar para os escritores amadores?

NADA! Na verdade até tem: a como NUNCA escrever um livro a não ser que alguém pense em escrever algo nesse estilo best-seller se é que tal estilo existe. O caso é que o livro é um belo guia sobre como não escrever de forma alguma, de como não ser óbvio e de como não criar “suspenses” tão fracos que chegam a dar no nervos.

Como entretenimento recomendo e muito. É um livro pronto para o cinema e pronto pra tudo, menos para uma peça teatral ou alguma revolução na forma de contar histórias trazendo alguma mudança no que é chamado de literatura… é só isso, entretenimento e mais nada.

Ele até tenta, ou achei que tenta, criar algum tipo de profundidade e ou conflito em alguns personagens mas falha miseravelmente por causa do tipo de livro: óbvio e de entretenimento. (Preciso deixar claro o entretenimento)

Esse post nem é uma crítica e sim uma constatação que precisei registrar aqui. O livro pode ser colocado na categoria “legal” mas não muda sua vida, não cutuca seu íntimo até a alma a ponto de deixar uma marca eterna dentro da gente, de causar pensamentos e preocupações reais quanto a vida dos personagens e seus conflitos que foram inventados pela mente de uma pessoa que nunca conheceremos e que pode, a partir de um livro, mudar o modo como vemos a vida, as pessoas e o mundo.

[post atualizado em 28/04/11]

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Quinze

QUINZE de 100 em obesos = eu

15 % de fumantes = eu

Pessoas que vivem a vida perigosamente sem quase sair de casa = eu

Acho que éramos mais felizes caçando javalis nas pequenas montanhas do vale do Nilo lá pelo ano de 4.000 a.C

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