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	<title>Comentários sobre: Palestra Jill Bolte Taylor ou Os mistérios do nosso cérebro</title>
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	<description>Exercícios literários com temas aleatórios &#124; Poder questionar é o que te faz livre</description>
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		<title>Por: Evandro Cesar</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-3412</link>
		<dc:creator>Evandro Cesar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 15:05:45 +0000</pubDate>
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		<description>Neide, obrigado pelo comentário. Infelizmente não sei responder isso, sou somente um escritor. 
E parabéns pelo seu interesse na melhoria de sua paciente, parabéns mesmo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Neide, obrigado pelo comentário. Infelizmente não sei responder isso, sou somente um escritor.<br />
E parabéns pelo seu interesse na melhoria de sua paciente, parabéns mesmo!</p>
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		<title>Por: neide caldeira santos goes</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-3411</link>
		<dc:creator>neide caldeira santos goes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 15:02:01 +0000</pubDate>
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		<description>eu sou tecnica de enfemeira e cuido de uma paciente que esta em coma a trÊS anos gostari de ter mais enformaçao como cuidar dela o estado dela esta bem melhorado ela esta mais para um torpor a um coma ela responde a alguns chamados, tem abertura ocular espontania mas por um priodo muito curto a maioria das vezes ela esta prostad
ela tem 70 anos e teve uma ruptura de aneurisma no dia 06/ 06 2008/
 gostaria de saber da dr como easso para ajuda-mais
                                sem mais muito obrigado
                                          neide</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu sou tecnica de enfemeira e cuido de uma paciente que esta em coma a trÊS anos gostari de ter mais enformaçao como cuidar dela o estado dela esta bem melhorado ela esta mais para um torpor a um coma ela responde a alguns chamados, tem abertura ocular espontania mas por um priodo muito curto a maioria das vezes ela esta prostad<br />
ela tem 70 anos e teve uma ruptura de aneurisma no dia 06/ 06 2008/<br />
 gostaria de saber da dr como easso para ajuda-mais<br />
                                sem mais muito obrigado<br />
                                          neide</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anatomia de um derrame &#171; Vida em Atividade</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-2434</link>
		<dc:creator>Anatomia de um derrame &#171; Vida em Atividade</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 23:15:03 +0000</pubDate>
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		<description>[...] tempo: é possível acessar neste endereço o vídeo legendado e a transcrição da palestra, em [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] tempo: é possível acessar neste endereço o vídeo legendado e a transcrição da palestra, em [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Elio</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-2096</link>
		<dc:creator>Elio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 13:07:58 +0000</pubDate>
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		<description>Muito obrigado pelo seu esforço para doar este testemunho de quem pode fazer um relato tão racional do que ocorre no &quot;nosso cérebro.A mim muito acrescentou pois venho engatinhando na tentativa de compreender o que ocorre neste orgão pela passei por uma cirurgia no lobo temporal esquerdo e com isso tendo dificuldade no processamento dd informação.ø que acrescento me ter assistido o Vídeo?A sensação de menos culpa,num universo imperado pelo preconceito,ou pelo hemisfério esquerdo,como queira.Paz a todos ,meus irmãos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito obrigado pelo seu esforço para doar este testemunho de quem pode fazer um relato tão racional do que ocorre no &#8220;nosso cérebro.A mim muito acrescentou pois venho engatinhando na tentativa de compreender o que ocorre neste orgão pela passei por uma cirurgia no lobo temporal esquerdo e com isso tendo dificuldade no processamento dd informação.ø que acrescento me ter assistido o Vídeo?A sensação de menos culpa,num universo imperado pelo preconceito,ou pelo hemisfério esquerdo,como queira.Paz a todos ,meus irmãos!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Julia</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-2095</link>
		<dc:creator>Julia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 03:44:03 +0000</pubDate>
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		<description>O maravilhoso do AVC não é o &quot;desastre&quot; momentâneo, no momento tudo que pensamos ou tentamos é que precisamos conseguir ajuda. O lado maravilhoso da experiência narrado pela Dra. Jill e pelo qual também pasei há 7 meses, é nossa incrivel capacidade de navegar na onda do hemisfério dominante no momento e fazer tudo o que precisamos a fim de nos tirar da enrrascada pregado pelo vida nesse momento.

Moro só, no momento do estouro sentido na cabeça já fui perdendo a corrdenação do corpo e da fala, mesmo assim conseguia manter o minimo de lucidez e planejar tudo que deveria fazer, estava sozinha. a porta do apartamento trancada. Pensei, preciso abrir a porta e nesse momento estava no quarto, tentei chegar a porta mas perdi os sentidos antes, retomei a consciência e percebi o lado direito do corpo paralizado, mesmo assim tinha lucidez.
Testei o lado esquerdo, tinha firmeza. Então deitei no chão e me arraestei até a porta, com esforço consegui levantar um pouco esse lado do corpo e abrir a porta, continuei deitada no Roll de entrada pois era dificil me mover, pensei em me aarastar até o elevador mas faltava força suficiente. Então com a pouca força que conseguia manter, comecei a chamar por socorro, demorou um pouco mas o vizinho do andar debaixo ouviu e saiu a procura de onde vinha o pedido.

Bem, depois de umas três horas estava no hspital  sendo cuidada. Minha recuperação está sendo rapida, a exemplo da Dra. Jill passei utilizar todos os recursos que conheço e pesquiso para exercitar o cérebro, ele responde muito rápido. Já tiha passado por outra experiência, há mais ou menos 8 anos precisei fazer uma cirurgia no cérebro direito para resolver outro problema.
A parir dai comecei a pesquisar e estudar tudo que posso sobre cérebros, pratico meditação o que me ajuda muito nesse momentos a me manter centrada, e manter o autocontrole. Não fiz curso nenhum, aprendi a meditar seguindo as orientaçãoes de um médico que trbalha com pacientes de Alzehimer, publicou uma obra muito interessante e completa pra quem deseja manter boa saude cerebral e otimizar seu desempenha, seguindo os exercícios propostos comecei a meditar diariamente. Entrar na luz é o que há de melhor depois de passar tantas experiências desgastantes, é se o que Nós Somos, integarmo-nos ao todo, lembrar de nós mesmos e o que somos.

Paz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O maravilhoso do AVC não é o &#8220;desastre&#8221; momentâneo, no momento tudo que pensamos ou tentamos é que precisamos conseguir ajuda. O lado maravilhoso da experiência narrado pela Dra. Jill e pelo qual também pasei há 7 meses, é nossa incrivel capacidade de navegar na onda do hemisfério dominante no momento e fazer tudo o que precisamos a fim de nos tirar da enrrascada pregado pelo vida nesse momento.</p>
<p>Moro só, no momento do estouro sentido na cabeça já fui perdendo a corrdenação do corpo e da fala, mesmo assim conseguia manter o minimo de lucidez e planejar tudo que deveria fazer, estava sozinha. a porta do apartamento trancada. Pensei, preciso abrir a porta e nesse momento estava no quarto, tentei chegar a porta mas perdi os sentidos antes, retomei a consciência e percebi o lado direito do corpo paralizado, mesmo assim tinha lucidez.<br />
Testei o lado esquerdo, tinha firmeza. Então deitei no chão e me arraestei até a porta, com esforço consegui levantar um pouco esse lado do corpo e abrir a porta, continuei deitada no Roll de entrada pois era dificil me mover, pensei em me aarastar até o elevador mas faltava força suficiente. Então com a pouca força que conseguia manter, comecei a chamar por socorro, demorou um pouco mas o vizinho do andar debaixo ouviu e saiu a procura de onde vinha o pedido.</p>
<p>Bem, depois de umas três horas estava no hspital  sendo cuidada. Minha recuperação está sendo rapida, a exemplo da Dra. Jill passei utilizar todos os recursos que conheço e pesquiso para exercitar o cérebro, ele responde muito rápido. Já tiha passado por outra experiência, há mais ou menos 8 anos precisei fazer uma cirurgia no cérebro direito para resolver outro problema.<br />
A parir dai comecei a pesquisar e estudar tudo que posso sobre cérebros, pratico meditação o que me ajuda muito nesse momentos a me manter centrada, e manter o autocontrole. Não fiz curso nenhum, aprendi a meditar seguindo as orientaçãoes de um médico que trbalha com pacientes de Alzehimer, publicou uma obra muito interessante e completa pra quem deseja manter boa saude cerebral e otimizar seu desempenha, seguindo os exercícios propostos comecei a meditar diariamente. Entrar na luz é o que há de melhor depois de passar tantas experiências desgastantes, é se o que Nós Somos, integarmo-nos ao todo, lembrar de nós mesmos e o que somos.</p>
<p>Paz</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Evandro Cesar</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-2043</link>
		<dc:creator>Evandro Cesar</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 21:18:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Débora, primeiro muito obrigado por esse comentário, muito interessante a história do seu filho. E obrigado por nos enviar o link

Também notei a Dra. Jill falando sobre energias como luzes ou algo assim e essa com certeza é a parte mais polêmica, não? Tudo que é subjetivo e não palpável hoje se torna polêmico :)
Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Débora, primeiro muito obrigado por esse comentário, muito interessante a história do seu filho. E obrigado por nos enviar o link</p>
<p>Também notei a Dra. Jill falando sobre energias como luzes ou algo assim e essa com certeza é a parte mais polêmica, não? Tudo que é subjetivo e não palpável hoje se torna polêmico :)<br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Débora Murbach</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-2041</link>
		<dc:creator>Débora Murbach</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 12:22:03 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Evandro
Vou abordar o lado mais &quot;estranho&quot; da palesta da Dra Jill, e que a maioria das pessoas desconsidera: a percepção de energias pelo hemisfério direito do cérebro. Há mais de três anos meu filho mais velho (hoje com 30 anos) largou a Unicamp, a família, namorada, tudo tudo e foi para Kauai, Hawaii, unir-se ao Monastério Hindu e tornar-se um monge.  Acredite ou não, a palestra da Dra Jill (que meu filho me enviou lá do Monastério!) foi a primeira coisa que conseguiu me esclarecer e fazer com que eu começasse a compreender o que é essa tal &quot;MEDITAÇÃO&quot; que os esotéricos, religiosos e afins tanto falam - mas não explicam, e por consequência começasse a entender a estranha opção de vida de meu filho.  A euforia do sentimento de ser &quot;uno&quot; com toda a energia do universo, experimentado pela Dra Jill, é exatamente o que os monges descrevem como sendo o objetivo de seus exercícios de meditação.  A sensação de &quot;espalhar a paz&quot; ou ser um condutor dessa paz, que vem da harmonia entre as energias do universo, deve ser realmente o que os místicos chamam de Nirvana. 
Em resumo, foi o que me permitiu compreender, dentro de minhas limitações, a opção por uma vida de celibato, pobreza, obediência e trabalho que meu filho fez ao tornar-se monge.
Eu estive lá visitando-o em 2008 e encontrei-o extremamente feliz, produtivo e realizador, muito parecido com a alegria descrita pela Dra Jill por identificar-se, sem as fronteiras e barreiras físicas, com todo o seu entorno. Aliás, não só ele, mas stodos os 25 monges, extremamente bem-humorados, competentes e organizados em suas funções.
Esse é o lado &quot;não-médico&quot; - mas nem por isso menos importante - da fantástica palestra da Dra Jill.  Aliás, ela concedeu uma entrevista ao meu filho, que é hoje editor da revista &quot;Hinduism Today&quot;, publicada pelo Monastério Hindu de Kauai e distribuida pelo mundo todo, e que deverá ser publicada na edição de Março deste 2009.
Para os curiosos, deixo o site www.himalayanacademy.com   para consultas.
Abraços,
Débora</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Evandro<br />
Vou abordar o lado mais &#8220;estranho&#8221; da palesta da Dra Jill, e que a maioria das pessoas desconsidera: a percepção de energias pelo hemisfério direito do cérebro. Há mais de três anos meu filho mais velho (hoje com 30 anos) largou a Unicamp, a família, namorada, tudo tudo e foi para Kauai, Hawaii, unir-se ao Monastério Hindu e tornar-se um monge.  Acredite ou não, a palestra da Dra Jill (que meu filho me enviou lá do Monastério!) foi a primeira coisa que conseguiu me esclarecer e fazer com que eu começasse a compreender o que é essa tal &#8220;MEDITAÇÃO&#8221; que os esotéricos, religiosos e afins tanto falam &#8211; mas não explicam, e por consequência começasse a entender a estranha opção de vida de meu filho.  A euforia do sentimento de ser &#8220;uno&#8221; com toda a energia do universo, experimentado pela Dra Jill, é exatamente o que os monges descrevem como sendo o objetivo de seus exercícios de meditação.  A sensação de &#8220;espalhar a paz&#8221; ou ser um condutor dessa paz, que vem da harmonia entre as energias do universo, deve ser realmente o que os místicos chamam de Nirvana.<br />
Em resumo, foi o que me permitiu compreender, dentro de minhas limitações, a opção por uma vida de celibato, pobreza, obediência e trabalho que meu filho fez ao tornar-se monge.<br />
Eu estive lá visitando-o em 2008 e encontrei-o extremamente feliz, produtivo e realizador, muito parecido com a alegria descrita pela Dra Jill por identificar-se, sem as fronteiras e barreiras físicas, com todo o seu entorno. Aliás, não só ele, mas stodos os 25 monges, extremamente bem-humorados, competentes e organizados em suas funções.<br />
Esse é o lado &#8220;não-médico&#8221; &#8211; mas nem por isso menos importante &#8211; da fantástica palestra da Dra Jill.  Aliás, ela concedeu uma entrevista ao meu filho, que é hoje editor da revista &#8220;Hinduism Today&#8221;, publicada pelo Monastério Hindu de Kauai e distribuida pelo mundo todo, e que deverá ser publicada na edição de Março deste 2009.<br />
Para os curiosos, deixo o site <a href="http://www.himalayanacademy.com" rel="nofollow">http://www.himalayanacademy.com</a>   para consultas.<br />
Abraços,<br />
Débora</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Evandro Cesar</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-1967</link>
		<dc:creator>Evandro Cesar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 13:11:49 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é Mauricio, não tem nada de maravilha em um AVC, tem razão. No caso da Dra. Jill posso dizer pelo que li no livro que ela teve sorte, foi um tipo de AVC raro que não afetou de forma permanente suas funções motoras e cerebrais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Mauricio, não tem nada de maravilha em um AVC, tem razão. No caso da Dra. Jill posso dizer pelo que li no livro que ela teve sorte, foi um tipo de AVC raro que não afetou de forma permanente suas funções motoras e cerebrais.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: mauricio</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-1966</link>
		<dc:creator>mauricio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 12:45:41 +0000</pubDate>
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		<description>Olá,

apenas uma crítica ao relato desta doutora.

ela diz mais ou menos assim: &quot;Nossa, tive um AVC, que bom, que maravilha!&quot;
na minha família temos um caso, uma sobrinha de 17 anos teve um AVC no ano passado, ainda está em fase de recuperação e posso atestar que não é nenhuma maravilha esta situação.

sei que ela quis dar sua visão de neurocientista, mas é necessário ter a sensibilidade de imaginar que este livro seria e será lido por familiares de &quot;AVcezados&quot;, a procura de um apoio ou informação importante.

esta é a minha visão.

grato</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>apenas uma crítica ao relato desta doutora.</p>
<p>ela diz mais ou menos assim: &#8220;Nossa, tive um AVC, que bom, que maravilha!&#8221;<br />
na minha família temos um caso, uma sobrinha de 17 anos teve um AVC no ano passado, ainda está em fase de recuperação e posso atestar que não é nenhuma maravilha esta situação.</p>
<p>sei que ela quis dar sua visão de neurocientista, mas é necessário ter a sensibilidade de imaginar que este livro seria e será lido por familiares de &#8220;AVcezados&#8221;, a procura de um apoio ou informação importante.</p>
<p>esta é a minha visão.</p>
<p>grato</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mari</title>
		<link>http://paremomundo.com/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-1828</link>
		<dc:creator>Mari</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 23:13:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://paremomundo.comopiniao.com/2008/03/20/palestra-jill-bolte-taylor-ou-os-misterios-do-nosso-cerebro/#comment-1828</guid>
		<description>Olá, boa noite.

Acabei de assitir a Dra Jill Bolte no programa da Oprah e achei sensacional, fiz a pesquisa e achei esse site maravilhoso.
Parabéns pela dedicação e pelo trabalho de tradução.
Sou Enfermeira e como tal fiquei emocionada em ouvir o seu relato sobre essa categoria.
Mas aí é outra história.

abç</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, boa noite.</p>
<p>Acabei de assitir a Dra Jill Bolte no programa da Oprah e achei sensacional, fiz a pesquisa e achei esse site maravilhoso.<br />
Parabéns pela dedicação e pelo trabalho de tradução.<br />
Sou Enfermeira e como tal fiquei emocionada em ouvir o seu relato sobre essa categoria.<br />
Mas aí é outra história.</p>
<p>abç</p>
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