Mr. Magoo sofre acidente de bicicleta

photo credit: kevindooley
É verdade isso, o nome desse Maggo é Jim, um sujeito de 57 anos que ia para o trabalho em sua bicicleta quando do nada surge um pequeno urso negro de 135 kg.
É claro que não dá para ver um urso tão pequeno assim, então ele bateu no animal e quebrou alguns ossos dele e do urso :)
O urso passa bem.

photo credit: Carly & Art
Encontrei aqui
read moreMudança em um paradigma. Que tal uma explosão no paradigma?(de
(Aviso: este post está sendo escrito, talvez eu altere, ou não… Só preciso soltar ele, ele está reclamando de ficar mais de 24 horas parado :) é um tormento na verdade. )
Paradigma você sabe que é o modelo, o padrão, de vida, de comportamento etc. Prefiro usar modelo e padrão, usam demais a tal “mudança de paradigma”, demais.
Mudar. Mudanças levam tempo, nada acontece em poucos segundos porque é um processo lento de conscientização de seres humanos que são naturalmente arrogantes, donos da grande verdade, arrogantes (de novo!), vaidosos e teimosos. Só o teimoso que difere aqui, o resto é a mesma coisa, arrogância pura(mais uma vez).
Agora te pergunto, como seria uma explosão em um modelo de comportamento, em um estilo e padrão de vida, se preferir, no paradigma? Como seria? E o que seria uma explosão?
(Me refiro a uma mudança em um grupo e não somente a uma pessoa)
Considero que uma explosão do modelo seria comparável ao que os judeus sofreram na 2ª Guerra Mundial, algo tão maluco, tão escabroso e sem lógica que em poucos meses o que era já não existia mais.
Um dia você está no conforto da casa ou em seu trabalho diário e no outro está amontoado em um depósito de pessoas, longe de sua mulher e de seus filhos que foram em outro trem para um campo de concentração diferente. Isso é um tipo de explosão, é uma enorme e terrível explosão!
(* O mesmo ocorreu com os escravos africanos, mas temos a tendência em sempre lembrar dos judeus porque ocorreu em uma época chamada de moderna, acredite, nós não somos tão modernos e desenvolvidos assim…)
Olha que interessante o que ocorreu com os astronautas do programa Apollo. Como você sabe esse programa levou o homem à Lua e com os astronautas ocorreu essa explosão. A maioria deles voltou com sentimentos e tendências espirituais mais afloradas, não estamos falando de religião! É de espiritualidade, alguns sentiram que estavam conectados uns aos outros, que faziam parte do todo e que o todo fazia parte deles.
Tat tvam asi – traduzido sânscrito: “Tu és isso” No momento em que nos identificamos com o todo e que tomamos consciência de que somos iguais e fazemos parte do mesmo processo sentimos o Tat tvam asi, os astronautas sentiram e é isso que considero uma explosão no modo de viver e pensar.
Algo similar ocorreu com a neuroanatomista Jill Bolte Taylor. Ela sofreu um derrame cerebral e o que sentiu se parece muito com o que os astronautas sentiram.
O que mais seria uma explosão? Se a gente pensar um pouco podemos encontrar várias, é só pensar em coisas absurdas e exagerar:
- Um asteróide em rota de colizão colisão (obrigado Sara! Nada como ter uma jornalista na família) com a Terra
- Uma ameaça global de aquecimento e derretimento de geleiras
Ou qualquer outro tema apocalíptico que você escolher. Muita gente morre, o planeta está lascado e etc…
Suponha, só suponha:
E se acontecesse algo mais bizarro ainda, algo quase impossível em que ninguém (a princípio) morreria? Sem tragédias, nem deuses descendo dos céus para nos salvar. Imagine que um dia visitantes de outro planeta cheguem até aqui, desçam no nosso planeta para todo mundo ver e falem o seguinte:
Nós precisamos falar com vocês. Gostaríamos de conhecer vocês e também que nos conheçam…
Só isso, sem guerras, sem grandes revelações divinas, só conversa. O que será que aconteceria? Nós mudaríamos nosso comportamento em que sentido? Sei lá, são só perguntas que me surgiram depois de ver esses vídeos hoje:
http://au.youtube.com/watch?v=CtUe8f9L0_o
http://au.youtube.com/watch?v=1fTLzrIU_BU&feature=related
http://au.youtube.com/watch?v=_8jiSFNmTms&feature=related

E a pergunta final: Precisamos experimentar processos traumáticos, bons ou ruins, para podermos mudar nossos modelos? Será que ao invés de ficarmos esperando por situações extraordinárias poderíamos alcançar esse sentimento espiritual (não é religião!) tão nobre que faz parte de todos nós?
De Schopenhauer em Sobre o Fundamento da Moral: “Como é possível que o sofrimento que não é meu, nem de meu interesse, possa afetar-me imediatamente como se fosse meu, e com tamanha força que me impele à ação?… Isso é algo realmente misterioso, que a razão não consegue explicar e para a qual não há base na experiência prática. Nem os mais frios e egocêntricos estão isentos desse sentimento. Vemos exemplos, todos os dias, de reações instantâneas deste tipo, sem reflexão; uma pessoa ajudando outra, correndo ao seu auxílio, às vezes até colocando a própria vida em perigo por alguém que viu pela primeira vez, nada mais tendo em mente além de que o outro está em perigo e necessidade…”
Gosto de Schopenhauer :)
read moreA notícia mais estranha da semana – pés encontrados em praia
A ThaiS que está sempre comentando por aqui me enviou uma notícia das mais esquisitas, dignas de Lost ou algo parecido.
A notícia fala sobre pés humanos que andam estão aparecendo nas praias da costa da Província de British Columbia, é isso mesmo, simplesmente do nada surgem pés!
Então hoje dou de cara com essa tirinha chamada CSI Canadá :)
Boa né? A piadinha é sobre como os canadenses pronunciam o “about” que parece mais com um “a boot”
Aiai… bem divertido isso. Não a história dos pés, claro!
Obrigado pela dica ThaiS !!
read moreOlha eu metendo a colher
A frase popular de não meter a colher em briga de marido e mulher serve para qualquer outra discussão. Não é questão de não apoiar ninguém e fica no alto do muro em segurança, é questão de se colocar no seu devido lugar.
Logo que comecei essa saga maluca de blogs entrei em um concurso do Carlos Cardoso sobre uma imagem da internet. Não ganhei o concurso, mas ganhei um link no Blog dele e ele ganhou um leitor, não pelo link e sim por seus artigos.
Até hoje esse link me manda visitas, acho que ninguém gosta muito do que escrevi (tirando a Thera claro) já que nem comentários recebo por lá, enfim….
Ontem, de forma completamente inocente fui fazer uma busca no Google sobre o blog do Pedro Dória já que queria enviar endereço para um amigo, e me assustei quando vi o resultado, bem bizarro por sinal.
E foi aí que sem querer me meti onde não fui chamado.
Gosto de saber o motivo das coisas e como tenho contato com o Slonik mandei para ele essa esquisitice e fiz uma pergunta técnica, já que ele sabe muito sobre blogs, como que isso aconteceu? Foi essa minha curiosidade, como pode acontecer isso?
O resto da história já dá para imaginar, o Slonik manda para o Cardoso que por sua vez publica no blog dele, o Contraditorium.
Ganhei outro link, já pedi ao pessoal do host pra aumentar o plano lá para receber as milhões de novas visitas :)
Para falar a verdade nem entendo o motivo deles ficarem se cutucando, quem está lendo o que escrevo a mais tempo sabe que sou contra discussões que não levam a lugar algum e pelo que pude me informar essa briga é antiga e a solução ainda não chegou, alguém já parou para pensar que é porque talvez não exista?
O Edney criou uma proposta muito boa em um excelente artigo que escreveu, e vou participar dessa também, é uma “Blogagem Inédita” e vale a pena ler o texto todo e participar!
Para resolver essa questão eu tomaria tranqüilamente uma cerveja com Carlos Cardoso e Pedro Dória, em um bom boteco todo mundo se entende e como me considero bom em diplomacia os dois acabariam se abraçando no final. ;)
Só que nem adianta me chamarem porque a minha 1ª cerveja com um blogueiro está combinada com o Fernando do dT, então não insistam.
Sentar, tomar uma cerveja bem gelada, falar sobre livros, música, consertar a política e não se levar tão a sério, a vida é curta e feliz é aquele que consegue rir de si mesmo!
O que segue abaixo é um bônus ou não, depende com que olhos vemos.
Vou deixar um belo trecho nesse vídeo do filme “O Grande Ditador” de Chaplin, está em inglês mas a melhor tradução que encontrei segue abaixo (link).
O ÚLTIMO DISCURSO
Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio … negros … brancos. Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma do homem … levantou no mundo as muralhas do ódio … e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, emperdenidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas duas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem … um apelo à fraternidade universal … à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora … milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas … vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis!” A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia … da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem os homens, a liberdade nunca perecerá. Soldados! Não vos entregueis a esses brutais … que vos desprezam … que vos escravizam … que arregimentam as vossas vidas … que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar … os que não se fazem amar e os inumanos. Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Estás em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela … de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo … um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos. Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!
read moreO pato e o cachorro – para o Blog do Cardoso
Para o Blog do Cardoso e aqui o link da promoção (tinha esquecido…)
Dear Mr. Burt
Caro Sr. Burt
Eu me demito!
Agradeço pela confiança e pelos 10 dólares que o senhor me dava todo mês para cuidar do Sparky, o seu cachorro e do Drake, o pato. Ainda não entendi pra que ter um pato em casa, mas tudo bem.
Mas é o seguinte:
Sempre que chego da escola, deixo minhas coisas em casa, vou até sua casa, troco a água e coloco mais ração para o Sparky, eu gosto dele, às vezes até solto ele da corrente pra ele correr um pouco, mas é que em certas épocas, quando alguma cachorra da rua está no cio, o Sparky fica excitado e o tempo todo fica agarrando a minha perna. Já chutei ele uma vez, não chuto mais depois da última mordida, só deixo ele ficar lá feito um idiota tentando, vou andando e saio de lá rapidinho.
Alimentar o pato Drake, era bem mais fácil porque nem precisava entrar no cercado, de fora mesmo jogava a comida e com a borracha enchia a vasilha de água, até o dia em que a torneira quebrou e o senhor colocou a culpa em mim e não consertou. Agora tenho que entrar no cercado. O pato filho de uma puta me morde! É mordida mesmo! Num é bicada não, esse pato maldito morde!
“Patos não mordem” o senhor fala. Fico pensando: Serve pra que aquela porcaria de pato?
Já avisei o senhor um milhão de vezes sobre as mordidas dele e também das catracadas do Sparky, mas o senhor só ri, acha muito engraçado. Talvez porque não é o senhor que fica cheio de mordidas e não é o senhor que é chamado pelos amigos de “namoradinha do Sparky”, inferno de vida!
Eu já tenho 12 anos Sr. Burt! Me dá uma vergonha danada esse apelido. O que não se faz por 10 dólares, se fosse 50, sei lá né.
Hoje eu saí de casa já sabendo que ia matar um dos dois, de tanto ódio. Voltei da escola, deixei as coisas em casa, peguei minha câmera e fui. Queria provar para o senhor o que esses dois bichos fazem comigo. O Drake me mordeu, bati a foto, o Sparky me agarrou a perna e bati mais fotos.
Mas quer saber, que se danem as fotos! Que se dane os 10 dólares, o Drake e o seu cachorro maníaco sexual!
Abri a porta do cercado para o Drake sair e soltei o Sparky da corrente. E imagina o que aconteceu? Rí agora…
Tá aí a foto do seu cachorro tarado e do seu pato viado, Sr. Burt!
E agora que me diz? Se pato não morde também não devia dá o cú pra cachorro!
Ass: Timmy (seu vizinho, aposto que o senhor nem lembrava meu nome)
PS: vou colocar essa foto na internet

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