Cientistas, psicólogos e filósofos do mundo expliquem isso:
Eu contei 16 chimpanzés nessa foto. E esses chimpanzés estão observando a saída do corpo de uma chimpanzé de 40 anos chamada Dorothy que morreu por problemas cardíacos.
Me expliquem porque chimpanzés se juntam dessa forma para olhar o corpo de um semelhante que morreu?
Agradeço! :) (por favor, não quero saber de explicações esquisotéricas)
Essa foto incrível está na National Geographic (um dos meus sites preferidos) onde você pode ver essa imagem em tamanho e resolução muito melhor.
(Um grande) PS: A gente vive em um mundo que está em transição, a era da ciência e do conhecimento está passando por cima da crença e da fé, aparentemente. Nada de ruim nisso e digo aparentemente porque no meu entendimento ainda sabemos tão pouco de tudo e somos tão frágeis diante de tudo que só acho que estamos trocando de crença. É verdade que é uma crença mais saudável e baseada em fatos, mas que se comporta (pelo menos seus defensores) como uma crença antiga. E por ainda estarmos no meio dessa transição não podemos ver direito, como num barco passando por um nevoeiro, tudo parece confuso e atrapalhado só até o nevoeiro passar. Depois tudo fica mais claro e poderemos ver direito :)
Update:
Como ninguém me respondeu e não tenho muito tempo para perder eu encontrei esses estudos MUITO interessantes sobre chimpanzés
Esse estudo: ” Chimpanzés também amam: a linguagem das emoções na ordem dos primatas” do qual encontrei uma parte muito boa:
Dos componentes que distinguimos como centrais no significado do amor humano, um pelo menos está ausente entre os chimpanzés: o amor a Deus, ao que tudo indica, como já afirmavam os teólogos, só existe para os seres humanos – chimpanzés, como todas as demais espécies, não têm nenhum conhecimento dele; ignoram, portanto, o chamado amor espiritual, o qual certamente emerge das elaborações simbólicas que nos distinguem dos demais animais. Os três restantes, entretanto – o amor associado à sexualidade; o amor entre pais, mães e filhos; e o amor ao próximo, ou sociabilidade –, encontram paralelos na sociedade chimpanzé embora as diferenças sejam tão importantes quanto as semelhanças.
E com outra abordagem temos esse trabalho, intitulado “Chimpanzés não amam! Em defesa do significado“, com trecho que segue:
As emoções podem relacionar-se à dor, à ausência, ao perigo, ao prazer, à satisfação e à curiosidade e estão intimamente associadas às capacidades de percepção e reação de um ser, humano ou não. Nesse plano, os registros sobre as reações dos chimpanzés diante de estímulos diversos são fontes riquíssimas (Ladygina-Kohts, 2002; Leavens, Aureli & Hopkins, 2004; Wrangham & Peterson, 1998).













