Lembra quando disseram que o papel acabaria com a chegada dos computadores?
Lá pelo idos de algum ano bem longínquo quando os cientistas inventaram os processadores (ou roubaram a ideia da nave caída em Roswell), um movimento de ideias surgiu nas décadas seguintes. Quando eu era criança escutava falarem que o papel sumiria, que nos escritórios tudo seria digitalizado e a gente olhava om os olhos esbugalhados o Sérgio Chapelin dizendo isso no Globo Repórter e se imaginava nesse mundo novo, uau!
Que piada, grande piada!
Consumimos a mesma quantidade de papel, ou até mais, e o que isso quer dizer?
Talvez nada pra falar a verdade ou pode ser que tudo (eu digo tudo mesmo), porque parece que tudo tornou-se relativo depois que os computadores e a internet foram inventados, já pensou nisso?
Agora podemos apalpar a relatividade de Einstein, podemos sentir isso, quase que segurar com as mãos. Nossa medida de tempo mudou e mesmo que o dia continue com 24 horas ele não tem mais tudo isso de horas, o tempo passa rápido demais talvez pelo excesso de informação ou pela rapidez de acesso e mudança em tempo real do que estamos lendo.
Quer ver um exemplo? Quem leu até aqui deixei um comentário escrito: eu li até aqui
Poucos farão isso, tem anúncios na página e um chamou a atenção, um e-mail chegou ou o twitterfox abriu a janelinha azul com alguém mandando um link, o celular tocou, na rua uma batida ou talvez a campainha de casa.
É rápido, tudo muito rápido e tudo muito relativo, aquele link “legal” que chegou pelo twitterfox não é tão legal assim, aliás você pode já ter esquecido do que se tratava, não chamou sua atenção mas seu tempo se foi, o tempo gasto pra clicar no link e ver sobre o que se tratava se foi e me diga: foi quanto tempo?
Não dá pra saber, a gente não mede isso, nem se importa. Conclusão disso tudo?
Nenhuma pra ser sincero, são só considerações minhas que acabei de pensar nesse momento, e para te falar uma curiosidade eu demorei quase que exatos 6 minutos pra escrever esse post, ou será que foi um pouco mais? :)
(a tarde terei que revisar o texto, não deveria estar escrevendo nesse horário, essa vida de trabalhador tem as suas pequenas aventuras :p )
read moreMudança em um paradigma. Que tal uma explosão no paradigma?(de
(Aviso: este post está sendo escrito, talvez eu altere, ou não… Só preciso soltar ele, ele está reclamando de ficar mais de 24 horas parado :) é um tormento na verdade. )
Paradigma você sabe que é o modelo, o padrão, de vida, de comportamento etc. Prefiro usar modelo e padrão, usam demais a tal “mudança de paradigma”, demais.
Mudar. Mudanças levam tempo, nada acontece em poucos segundos porque é um processo lento de conscientização de seres humanos que são naturalmente arrogantes, donos da grande verdade, arrogantes (de novo!), vaidosos e teimosos. Só o teimoso que difere aqui, o resto é a mesma coisa, arrogância pura(mais uma vez).
Agora te pergunto, como seria uma explosão em um modelo de comportamento, em um estilo e padrão de vida, se preferir, no paradigma? Como seria? E o que seria uma explosão?
(Me refiro a uma mudança em um grupo e não somente a uma pessoa)
Considero que uma explosão do modelo seria comparável ao que os judeus sofreram na 2ª Guerra Mundial, algo tão maluco, tão escabroso e sem lógica que em poucos meses o que era já não existia mais.
Um dia você está no conforto da casa ou em seu trabalho diário e no outro está amontoado em um depósito de pessoas, longe de sua mulher e de seus filhos que foram em outro trem para um campo de concentração diferente. Isso é um tipo de explosão, é uma enorme e terrível explosão!
(* O mesmo ocorreu com os escravos africanos, mas temos a tendência em sempre lembrar dos judeus porque ocorreu em uma época chamada de moderna, acredite, nós não somos tão modernos e desenvolvidos assim…)
Olha que interessante o que ocorreu com os astronautas do programa Apollo. Como você sabe esse programa levou o homem à Lua e com os astronautas ocorreu essa explosão. A maioria deles voltou com sentimentos e tendências espirituais mais afloradas, não estamos falando de religião! É de espiritualidade, alguns sentiram que estavam conectados uns aos outros, que faziam parte do todo e que o todo fazia parte deles.
Tat tvam asi – traduzido sânscrito: “Tu és isso” No momento em que nos identificamos com o todo e que tomamos consciência de que somos iguais e fazemos parte do mesmo processo sentimos o Tat tvam asi, os astronautas sentiram e é isso que considero uma explosão no modo de viver e pensar.
Algo similar ocorreu com a neuroanatomista Jill Bolte Taylor. Ela sofreu um derrame cerebral e o que sentiu se parece muito com o que os astronautas sentiram.
O que mais seria uma explosão? Se a gente pensar um pouco podemos encontrar várias, é só pensar em coisas absurdas e exagerar:
- Um asteróide em rota de colizão colisão (obrigado Sara! Nada como ter uma jornalista na família) com a Terra
- Uma ameaça global de aquecimento e derretimento de geleiras
Ou qualquer outro tema apocalíptico que você escolher. Muita gente morre, o planeta está lascado e etc…
Suponha, só suponha:
E se acontecesse algo mais bizarro ainda, algo quase impossível em que ninguém (a princípio) morreria? Sem tragédias, nem deuses descendo dos céus para nos salvar. Imagine que um dia visitantes de outro planeta cheguem até aqui, desçam no nosso planeta para todo mundo ver e falem o seguinte:
Nós precisamos falar com vocês. Gostaríamos de conhecer vocês e também que nos conheçam…
Só isso, sem guerras, sem grandes revelações divinas, só conversa. O que será que aconteceria? Nós mudaríamos nosso comportamento em que sentido? Sei lá, são só perguntas que me surgiram depois de ver esses vídeos hoje:
http://au.youtube.com/watch?v=CtUe8f9L0_o
http://au.youtube.com/watch?v=1fTLzrIU_BU&feature=related
http://au.youtube.com/watch?v=_8jiSFNmTms&feature=related

E a pergunta final: Precisamos experimentar processos traumáticos, bons ou ruins, para podermos mudar nossos modelos? Será que ao invés de ficarmos esperando por situações extraordinárias poderíamos alcançar esse sentimento espiritual (não é religião!) tão nobre que faz parte de todos nós?
De Schopenhauer em Sobre o Fundamento da Moral: “Como é possível que o sofrimento que não é meu, nem de meu interesse, possa afetar-me imediatamente como se fosse meu, e com tamanha força que me impele à ação?… Isso é algo realmente misterioso, que a razão não consegue explicar e para a qual não há base na experiência prática. Nem os mais frios e egocêntricos estão isentos desse sentimento. Vemos exemplos, todos os dias, de reações instantâneas deste tipo, sem reflexão; uma pessoa ajudando outra, correndo ao seu auxílio, às vezes até colocando a própria vida em perigo por alguém que viu pela primeira vez, nada mais tendo em mente além de que o outro está em perigo e necessidade…”
Gosto de Schopenhauer :)
read moreColoca uma coisa na cabeça: Blog não é para você!
É para o leitor, é para o navegante moderno da chamada rede de computadores, é para alguém que procurava algo e magicamente acaba caindo no seu blog. Entendeu?
Entendi!
Esse é um texto escrito especialmente para mim, se você quiser fazer uso dele tudo bem.
Mudei o tema desse blog, achei que tinha colocado tudo no lugar, que engano! Não tinha lista dos últimos comentários, posts recentes e a navegação não ficava muito interessante. Para mim estava muito bom, talvez só pra mim.
Blog tem que ter uma boa navegação para quem visita, um bom visual, leve. Essa é minha opinião, enfim…
Eu gostava dele, tinha espaço sabe!?
Fui perceber isso ao entrar em outros blogs e ler um pouco enquanto ao mesmo tempo eu ajeitava uns banners nesse e reparei que esse blog estava estranho, mea culpa!
Estou voltando ao tema anterior, alterado e que passará por mais alterações :)
Consegui criar mais espaço nele sem destruir o código… Um avanço :)
Espero que gostem!
read moreFiquei viciado em vídeos de George Carlin e a culpa não é minha
A culpa é de uma madilta irmã minha, tenho 3 delas, é muito! Tenho mulher e uma filha e já tive mãe. Viver cercado por mulheres não é simples, nada simples. Elas estão sempre inventando algo, percebeu? E é assim desde o começo dos tempos…
Um dos motivos que me afastei daqui esses dias foi esse, viciei em assistir vídeo do Carlin. Chamo ele assim porque foi como ela me disse no MSN:
Vou ver mais um vídeo do Carlin e vou trabalhar, tchau!
E sumiu.
Ela me explicou que viu o 1° no blog do Cardoso, depois não conseguiu mais parar de ver. Nem olhei o vídeo no Cardoso (um link só, ele não precisa…), só li o post, mas depois que ela falou fui ver um, depois outro e agora estou viciado e dando boas gargalhadas :)
Um dos meus preferidos, cuidado! Isso pode viciar :)
read moreBlogs com um único post
Manter um blog atualizado não é fácil como parece. Na verdade é bem fácil, o difícil é manter a qualidade do conteúdo e outras milhares de “regrinhas” que existem por ai. Sempre fui um pouco contra muitas regras, elas são boas para aprendermos, criar uma disciplina e obter o almejado sucesso…
As regras. Tenho dificuldade com isso, confesso! Ainda mais quando elas tendem a aumentar, de 5 passam para 14 e depois 23 e aí vai, quando percebemos temos 115 regras básicas para seguir se quisermos ter um blog.
Regras são boas, o que não é nada bom é padronizar algo tão livre quanto um blog, desconfio que a coisa toda corre o risco de ficar chata demais.
O tal sucesso em um blog para mim é ser lido, é ser “linkado” e receber comentários, o re$tante creio que vem automaticamente. Ou não… :)
Blog de um post só
O problema de um blog é que ele é feito por uma pessoa. E por mais disciplina e vontade que temos pode acontecer de ficar algum tempo sem atualização. (como é o caso desse nos últimos dias)
Ao ver esse blog chamado One Post Wonder, que contém vários blogs com um único post fiquei pensando nisso, o que será que aconteceu com todas essas pessoas que não atualizam mais seus blogs?
Vale a visita!
O que eu mais gostei foi esse post:
Sunday, January 20, 2002 :::
I am a beginner.

photo credit: juglar del zipa










